É assim, ó:
Vai dar tudo certo.
Calma.
Uma coisa de cada vez.
Mantenha o foco.
Não se apavore.
Devagarinho é mais gostoso.
Você vai conseguir.
Você tem com quem contar.
Não desista.
Não fraqueje.
Yes, we can.
Vai dar tudo certo.
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31/05/2012
20/05/2012
Perdão
Eu estou lendo uma matéria sobre o perdão e refletindo muito sobre isso. O resumo da ópera, somando o que eu li e a reflexão que fiz, é:
1) muitas vezes a gente se ofende ou se magoa mais porque alguém não agiu de acordo com nossa expectativa - e não necessariamente porque essa pessoa tenha cometido alguma falha gravíssima;
2) tentar colocar-se no lugar da pessoa que nos magoou - e avaliar se a gente mesma também não poderia ter tomado atitude parecida - ajuda a perdoar mais fácil, porque aumentando a compreensão diminui a rigidez do julgamento do outro;
3) se a gente sabe que vai perdoar alguém e que essa pessoa não vai mudar de comportamento (vai nos magoar outras vezes), então não adianta perdoar: o melhor a fazer é se afastar dessa pessoa e cada um seguir seu rumo em busca da própria felicidade e da própria paz de espírito. Por mais que doa a ruptura, doi muito mais estar em um relacionamento (seja de amor ou de amizade) em que não se confia mais no outro e em que se fica sofrendo o tempo todo, apenas à espera da próxima decepção que virá;
4) quando perdoamos alguém estamos dando uma chance à outra pessoa, mas, mais importante do que isso, estamos dando uma chance a nós mesmos, à nossa própria felicidade;
5) perdoar é um ato de coragem, que exige atitudes sérias e corajosas, além de muita disciplina. Não adianta dizer que perdoou e continuar remoendo a mágoa.
6) o tempo é o melhor amigo do perdão: não adianta achar que tudo vai voltar ao normal instantaneamente após o perdão: é preciso muita paciência e tempo para que a confiança seja reconquistada.
É isso aí, meu povo. Se achar que vale a pena, perdoe e seja feliz. Se achar que não, simplesmente afaste-se da pessoa que te fez(faz) mal. O importante é tomarmos em nossas mãos a responsabilidade de nossas escolhas e das consequências que essas escolhas nos trarão. Só depende de cada um de nós.
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1) muitas vezes a gente se ofende ou se magoa mais porque alguém não agiu de acordo com nossa expectativa - e não necessariamente porque essa pessoa tenha cometido alguma falha gravíssima;
2) tentar colocar-se no lugar da pessoa que nos magoou - e avaliar se a gente mesma também não poderia ter tomado atitude parecida - ajuda a perdoar mais fácil, porque aumentando a compreensão diminui a rigidez do julgamento do outro;
3) se a gente sabe que vai perdoar alguém e que essa pessoa não vai mudar de comportamento (vai nos magoar outras vezes), então não adianta perdoar: o melhor a fazer é se afastar dessa pessoa e cada um seguir seu rumo em busca da própria felicidade e da própria paz de espírito. Por mais que doa a ruptura, doi muito mais estar em um relacionamento (seja de amor ou de amizade) em que não se confia mais no outro e em que se fica sofrendo o tempo todo, apenas à espera da próxima decepção que virá;
4) quando perdoamos alguém estamos dando uma chance à outra pessoa, mas, mais importante do que isso, estamos dando uma chance a nós mesmos, à nossa própria felicidade;
5) perdoar é um ato de coragem, que exige atitudes sérias e corajosas, além de muita disciplina. Não adianta dizer que perdoou e continuar remoendo a mágoa.
6) o tempo é o melhor amigo do perdão: não adianta achar que tudo vai voltar ao normal instantaneamente após o perdão: é preciso muita paciência e tempo para que a confiança seja reconquistada.
É isso aí, meu povo. Se achar que vale a pena, perdoe e seja feliz. Se achar que não, simplesmente afaste-se da pessoa que te fez(faz) mal. O importante é tomarmos em nossas mãos a responsabilidade de nossas escolhas e das consequências que essas escolhas nos trarão. Só depende de cada um de nós.
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28/04/2012
Chega de autoviolação
Sim, eu sou adepta da felicidade. Sou partidária do prazer.
Considero que viemos ao mundo para buscar o nosso bem estar.
Ficar aceitando o que não gosto, me conformando com o que me incomoda… Isso pra mim é autoviolação. Isso pra mim é desrespeito comigo mesma!
Egoísmo? Talvez alguns achem que sim. Eu, sinceramente não acho.
Na minha opinião, você fazer o que está ao seu alcance para o seu próprio bem estar, é trabalhar para oferecer aos outros o que há de melhor em você: se você estiver bem consigo mesmo, realizado, feliz, com certeza oferecerá ao seu próximo boas coisas. E isso não pode, jamais, ser considerado egoísmo.
A vida tem me ensinado a cultivar coisas, amizades, situações que me fazem bem, que me engrandecem como pessoa, que me realizam de alguma forma. E, ao mesmo tempo, a reconhecer coisas, amizades e situações que, se não me fazem totalmente mal, não me acrescentam nada de bom. E, uma vez identificadas essas coisas, é mais fácil deixar de priorizá-las e - por que não? - até mesmo cortá-las de minha vida, eventualmente.
O resultado? Estou a cada dia mais satisfeita comigo mesma, a cada dia mais feliz.
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Considero que viemos ao mundo para buscar o nosso bem estar.
Ficar aceitando o que não gosto, me conformando com o que me incomoda… Isso pra mim é autoviolação. Isso pra mim é desrespeito comigo mesma!
Egoísmo? Talvez alguns achem que sim. Eu, sinceramente não acho.
Na minha opinião, você fazer o que está ao seu alcance para o seu próprio bem estar, é trabalhar para oferecer aos outros o que há de melhor em você: se você estiver bem consigo mesmo, realizado, feliz, com certeza oferecerá ao seu próximo boas coisas. E isso não pode, jamais, ser considerado egoísmo.
A vida tem me ensinado a cultivar coisas, amizades, situações que me fazem bem, que me engrandecem como pessoa, que me realizam de alguma forma. E, ao mesmo tempo, a reconhecer coisas, amizades e situações que, se não me fazem totalmente mal, não me acrescentam nada de bom. E, uma vez identificadas essas coisas, é mais fácil deixar de priorizá-las e - por que não? - até mesmo cortá-las de minha vida, eventualmente.
O resultado? Estou a cada dia mais satisfeita comigo mesma, a cada dia mais feliz.
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22/04/2012
Quando a alma fala
Benditos sejam aqueles que produzem, em forma de arte, obras capazes de tocar profundamente outros seres humanos.
Acabei de assistir ao filme "Chico Xavier", e jamais pensei que pudesse me sentir tão profundamente tocada.
De repente me deu vontade de elevar uma prece ao Senhor e agradecer, com toda sinceridade do meu coração, por tudo de maravilhoso que Ele me dá, todos os dias. De pedir perdão, de toda minh'alma, por eu ser tão fraca e pecar tanto, todos os dias.
Haja luz, Senhor. E haja discernimento para decidir recomeçar, todos os dias, no caminho certo.
Glória a Deus.
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Acabei de assistir ao filme "Chico Xavier", e jamais pensei que pudesse me sentir tão profundamente tocada.
De repente me deu vontade de elevar uma prece ao Senhor e agradecer, com toda sinceridade do meu coração, por tudo de maravilhoso que Ele me dá, todos os dias. De pedir perdão, de toda minh'alma, por eu ser tão fraca e pecar tanto, todos os dias.
Haja luz, Senhor. E haja discernimento para decidir recomeçar, todos os dias, no caminho certo.
Glória a Deus.
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21/04/2012
Excelente
Essa semana pensei muito sobre a busca pela excelência.
A busca pela excelência deve ser um objetivo firme, e um exercício diário.
Coincidentemente (Bah, vocês sabem que eu não acredito em coincidências!) deparei com umas linhas do Aristóteles, sobre o tema:
"Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um modo de agir, mas um hábito" (In: Ética a Nicômaco)
É isso aí, mano.
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A busca pela excelência deve ser um objetivo firme, e um exercício diário.
Coincidentemente (Bah, vocês sabem que eu não acredito em coincidências!) deparei com umas linhas do Aristóteles, sobre o tema:
"Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um modo de agir, mas um hábito" (In: Ética a Nicômaco)
É isso aí, mano.
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08/04/2012
O chocolate não tem culpa
E lá está minha timeline do Facebook pipocando de gente escrevendo coisas do tipo "estou comendo chocolate e engordando"; "segunda-feira haja academia", "me sinto uma orca" entre outras pérolas.
Fico me perguntando por que algumas pessoas não são capazes de simplesmente viver um momento de cada vez.
É Páscoa? Comprou (ou ganhou) um chocolate? Comeu esse chocolate? Por que não aproveita o momento ao máximo, degusta com vontade, sente o prazer que o chocolate (cientificamente) proporciona? Pra que ficar fazendo drama, fazendo manha, fazendo graça, fazendo charme, fazendo frescura e beicinho de arrependimento por conta de uma bobagem dessas? Deixa pra se matar na academia na segunda, depois que o chocolate tiver acabado!! Pra que ficar enchendo o saco dos outros o final de semana inteiro?
Palhaçada, pra dizer o mínimo. Ninguém obriga ninguém a comer chocolate. Se comeu, foi por que quis. Cala a boca e não enche o saco! Por que então não fez um retiro vegetariano no feriado e não ficou roendo um rabanete cru com a cabeça embaixo da terra?
Certas coisas me enervam.
Frescura certamente é uma dessas coisas.
Vamos viver o momento, minha gente.
Sem dramas. Sem frescura.
O bom senso agradece.
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Fico me perguntando por que algumas pessoas não são capazes de simplesmente viver um momento de cada vez.
É Páscoa? Comprou (ou ganhou) um chocolate? Comeu esse chocolate? Por que não aproveita o momento ao máximo, degusta com vontade, sente o prazer que o chocolate (cientificamente) proporciona? Pra que ficar fazendo drama, fazendo manha, fazendo graça, fazendo charme, fazendo frescura e beicinho de arrependimento por conta de uma bobagem dessas? Deixa pra se matar na academia na segunda, depois que o chocolate tiver acabado!! Pra que ficar enchendo o saco dos outros o final de semana inteiro?
Palhaçada, pra dizer o mínimo. Ninguém obriga ninguém a comer chocolate. Se comeu, foi por que quis. Cala a boca e não enche o saco! Por que então não fez um retiro vegetariano no feriado e não ficou roendo um rabanete cru com a cabeça embaixo da terra?
Certas coisas me enervam.
Frescura certamente é uma dessas coisas.
Vamos viver o momento, minha gente.
Sem dramas. Sem frescura.
O bom senso agradece.
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07/04/2012
Banhos de por do sol obrigatórios
Dia desses, ao anoitecer, indo da UFSCar para minha obra - onde muito em breve será meu novo lar - dei de frente com um por de sol estonteante. Desses inexplicáveis.
Uma profusão de vermelhos, laranjas, roxos, violetas quase azuis. Uma coisa de louco.
Lembrei-me de quando trabalhava na prefeitura e estudava Letras na UFSCar à noite. Saía esbaforida do trabalho, passava em casa pra jantar e ia pra aula pela rodovia. Adorava virar a cabeça pra esquerda e apreciar a maravilhosa vista do por do sol sobre a minha cidade tão linda. Pensava que, quando terminasse o meu curso, não teria mais a obrigatoriedade de passar por ali quase que diariamente naquele horário e, assim, perderia o privilégio de admirar aquela beleza toda.
Eis que os anos passaram e eu comprei uma casa. E obtive um emprego estável que fica localizado à distância de exatamente um por do sol da minha futura morada. Ao deixar o trabalho e ir pra casa, serei presenteada com esse espetáculo. Totalmente grátis.
Nos próximos 30 anos, está garantida a minha paisagem particular, deslumbrante e mágica, bem diante de mim, todas as tardes quando eu sair do trabalho.
Que privilégio o meu!
Que sorte a minha!
Felicidade.
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Uma profusão de vermelhos, laranjas, roxos, violetas quase azuis. Uma coisa de louco.
Lembrei-me de quando trabalhava na prefeitura e estudava Letras na UFSCar à noite. Saía esbaforida do trabalho, passava em casa pra jantar e ia pra aula pela rodovia. Adorava virar a cabeça pra esquerda e apreciar a maravilhosa vista do por do sol sobre a minha cidade tão linda. Pensava que, quando terminasse o meu curso, não teria mais a obrigatoriedade de passar por ali quase que diariamente naquele horário e, assim, perderia o privilégio de admirar aquela beleza toda.
Eis que os anos passaram e eu comprei uma casa. E obtive um emprego estável que fica localizado à distância de exatamente um por do sol da minha futura morada. Ao deixar o trabalho e ir pra casa, serei presenteada com esse espetáculo. Totalmente grátis.
Nos próximos 30 anos, está garantida a minha paisagem particular, deslumbrante e mágica, bem diante de mim, todas as tardes quando eu sair do trabalho.
Que privilégio o meu!
Que sorte a minha!
Felicidade.
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28/03/2012
Falou e disse
Texto irretocável.
Concordo em gênero, número e grau.
Enjoy!
‘Da fala ao grunhido’, de Ferreira Gullar
Publicado na Folha de SP do dia 25/03/2012
Desconfio que, depois de desfrutar durante quase toda a vida da fama de rebelde, estou sendo tido, por certa gente, como conservador e reacionário. Não ligo para isso e até me divirto, lembrando a célebre frase de Millôr Fernandes, segundo o qual “todo mundo começa Rimbaud e acaba Olegário Mariano”.
Divirto-me porque sei que a coisa é mais complicada do que parece e, fiel ao que sempre fui, não aceito nada sem antes pesar e examinar. Hoje é comum ser a favor de tudo o que, ontem, era contestado. Por exemplo, quando ser de esquerda dava cadeia, só alguns poucos assumiam essa posição; já agora, quando dá até emprego, todo mundo se diz de esquerda.
De minha parte, pouco se me dá se o que afirmo merece essa ou aquela qualificação, pois o que me importa é se é correto e verdadeiro. Posso estar errado ou certo, claro, mas não por conveniência. Está, portanto, implícito que não me considero dono da verdade, que nem sempre tenho razão porque há questões complexas demais para meu entendimento. Por isso, às vezes, se não concordo, fico em dúvida, a me perguntar se estou certo ou não.
Cito um exemplo. Outro dia, ouvi um professor de português afirmar que, em matéria de idioma, não existe certo nem errado, ou seja, tudo está certo. Tanto faz dizer “nós vamos” como “nós vai”.
Ouço isso e penso: que sujeito bacana, tão modesto que é capaz de sugerir que seu saber de nada vale. Mas logo me indago: será que ele pensa isso mesmo ou está posando de bacana, de avançadinho?
E se faço essa pergunta é porque me parece incongruente alguém cuja profissão é ensinar o idioma afirmar que não há erros. Se está certo dizer “dois mais dois é cinco”, então a regra gramatical, que determina a concordância do verbo com o sujeito, não vale. E, se não vale essa nem nenhuma outra ─ uma vez que tudo está certo ─, não há por que ensinar a língua.
A conclusão inevitável é que o professor deveria mudar de profissão porque, se acredita que as regras não valem, não há o que ensinar.
Mas esse vale-tudo é só no campo do idioma, não se adota nos demais campos do conhecimento. Não vejo um professor de medicina afirmando que a tuberculose não é doença, mas um modo diferente de saúde, e que o melhor para o pulmão é fumar charutos.
É verdade que ninguém morre por falar errado, mas, certamente, dizendo “nós vai” e desconhecendo as normas da língua, nunca entrará para a universidade, como entrou o nosso professor.
Devo concluir que gente pobre tem mesmo que falar errado, não estudar, não conhecer ciência e literatura? Ou isso é uma espécie de democratismo que confunde opinião crítica com preconceito?
As minorias, que eram injustamente discriminadas no passado, agora estão acima do bem e do mal. Discordar disso é preconceituoso e reacionário.
E, assim como para essa gente avançada não existe certo nem errado, não posso estranhar que a locutora da televisão diga “as milhares de pessoas” ou “estudou sobre as questões” ou “debateu sobre as alternativas” em vez de “os milhares de pessoas”, “estudou as questões” e “debateu as alternativas”.
A palavra “sobre” virou uma mania dos locutores de televisão, que a usam como regência de todos os verbos e em todas as ocasiões imagináveis.
Sei muito bem que a língua muda com o passar do tempo e que, por isso mesmo, o português de hoje não é igual ao de Camões e nem mesmo ao de Machado de Assis, bem mais próximo de nós.
Uma coisa, porém, é usar certas palavras com significados diferentes, construir frases de outro modo ou mudar a regência de certos verbos. Coisa muito distinta é falar contra a lógica natural do idioma ou simplesmente cometer erros gramaticais primários.
Mas a impressão que tenho é de que estou malhando em ferro frio. De que adianta escrever essas coisas que escrevo aqui se a televisão continuará a difundir a fala errada cem vezes por hora para milhões de telespectadores?
Pode o leitor alegar que a época é outra, mais dinâmica, e que a globalização tende a misturar as línguas como nunca ocorreu antes. Isso de falar correto é coisa velha, e o que importa é que as pessoas se entendam, ainda que apenas grunhindo.
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